A importância do afeto nas residências para “cuidar” do coração dos mais velhos

DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO

A pandemia de Covid-19 “suspendeu” os abraços para impor a distância social, durante muito tempo, mesmo com aqueles que mais amamos. No dia Mundial do Coração o Grupo ORPEA, recorda a importância dos afetos, e de como se podem transmitir também sem contacto físico.

Prevenir o contágio é essencial, principalmente com os mais velhos, considerados grupos de risco, mas os afetos são fundamentais para manter um coração “feliz”. Nas residências do Grupo ORPEA regressa-se com tranquilidade e segurança à normalidade possível, tendo em conta os tempos em que vivemos e, até o contacto físico não carregar qualquer tipo de receio ou condicionalismo, podemos continuar a transmitir o nosso carinho através de outras alternativas: o olhar, a voz, através das palavras e dos gestos.

Está clinicamente comprovado que o contato físico com outras pessoas e, especificamente, os abraços são necessários para o nosso bem-estar físico, cognitivo e emocional, e ainda mais no caso dos seniores. Sem dúvida, eles são uma parte importante da nossa expressão afetiva. Mas existem outras maneiras de mostrar o que sentimos.

Diferentes formas de transmitir afeto:
Para diminuir o impacto físico e emocional que a falta de contacto físico causa nas pessoas mais velhas, nas Residências ORPEA, procuram neutralizar este bem insubstituível com outras manifestações de carinho. Todos os pequenos detalhes contam, mas agora os olhares, a voz, as palavras e os gestos ganham ainda mais força.

O olhar é uma ferramenta poderosa, que praticamente fala por nós. Os olhares podem ser afetuosos, sorridentes, atenciosos, compassivos, cúmplices… Para profissionais que cuidam de seniores, é um apoio indiscutível.

A voz também é outro recurso importante. As máscaras impedem-nos de mostrar o nosso sorriso, mas quem disse que não podemos sorrir com a nossa voz? A voz é um canal emocional muito rico, do qual podemos aproveitar para transmitir o nosso afeto e carinho aos outros.

Agora, mais que nunca, é altura para dizermos o que sentimos. Os abraços transmitem sentimentos, que não precisavam de ser expresso em palavras. Mas agora não podemos perder a oportunidade de dizer essas palavras que refletem as nossas emoções.

A comunicação não verbal, através de gestos, também nos pode ajudar a dizer o que queremos expressar: colocar a mão no coração, abrir os braços, acenar, mandar um beijo, entre outros gestos, são formas de mostrar o que sentimos sem recorrer ao contacto físico.

Caminhamos progressivamente para um novo normal, em breve, os familiares, residentes e os profissionais que os cuidam, e todos em geral, poderemos sentir, sem qualquer condicionalismo, o calor e o carinho, e tudo o que o contacto físico traz física e emocionalmente, mas podemos continuar a transmitir o nosso carinho através do olhar, a voz, através das palavras e dos gestos.