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Residências ORPEA contam com terapeutas da fala atentos aos sinais de disfagia

DIA MUNDIAL DA DISFAGIA

A disfagia é uma síndrome geriátrica que afeta de 10% a 30% dos séniores. Geralmente é definida pela dificuldade de engolir que afeta a independência e a qualidade de vida.

A alimentação é um dos pilares fundamentais para uma melhor saúde e qualidade de vida em pessoas de todas as idades, mas principalmente nos mais velhos. Por isso, é importante estar atento às alterações que influenciam a nutrição e a hidratação, como a disfagia.

Nas residências do Grupo ORPEA, a alimentação dos seniores é uma questão relevante. Por isso, faz parte do modelo de cuidados do Grupo a realização de uma avaliação nutricional para conhecer as necessidades de cada residente para que se possa adaptar a alimentação às necessidades e preferências de cada um.

Um dos distúrbios que mais influencia a correta alimentação do sénior é a disfagia ou a dificuldade para engolir alimentos, tanto sólidos como líquidos, e até saliva. O próprio processo de envelhecimento é uma causa em si de disfagia devido ao enfraquecimento da musculatura envolvida na mastigação e deglutição, perda de dentes ou redução da salivação. Pessoas com doenças neuras degenerativas, como Alzheimer ou Parkinson, também correm maior risco de disfagia.

Para garantir que os residentes se alimentam adequadamente e aproveitam o momento da refeição, que é também um dos que mais que os motiva diariamente, é necessário modificar a textura. Para isso, a ORPEA inovou no conceito de alimentos texturizados, e desenvolveu uma técnica de preparação de alimentos que garante uma nutrição adequada sem perder a essência do prazer alimentar. Assim, todos os centros ORPEA dispõem de cozinha própria, dirigida por Chefs, que oferecem ementas variadas e mantêm as suas propriedades organoléticas, estimulando assim o sentido olfativo.

De acordo com dados recentes, 51% das pessoas que moram em residências sofrem de disfagia. Portanto, é uma condição importante, tanto pela sua prevalência como pelas suas consequências, uma vez que a disfagia pode levar à desnutrição e fragilidade nos seniores, caso não seja realizada uma alimentação adequada e adaptada. Além disso, pode causar tosse e engasgo.

As Residências ORPEA contam com a colaboração de terapeutas da fala que se encarregam, em conjunto com os médicos do centro, de diagnosticar e estabelecer o tratamento adequado para a disfagia. Além de trabalhar a função da deglutição para manter a funcionalidade, estabelecem certas premissas relacionadas ao ambiente e à postura na hora das refeições:

– Comer em locais silenciosos;
– Sentar-se ereto;
– Comer aos poucos e em pequenas quantidades;
– Evitar o uso de palhinhas ou seringas;
– Após a refeição, é aconselhável que a pessoa fique em pé por pelo menos 30 minutos.