Seniores continuam apaixonados numa residência “o amor não tem idade”

No Dia dos namorados, dia 14 de fevereiro, Histórias de Amor estão a ser recordadas pelos utentes das Residências ORPEA. Em Portugal, muitos casais seniores vivem um novo capítulo da sua história de amor agora numa Residência. 

O amor é transversal a todas as idades, e é experienciado de formas diferentes consoante a fase da vida em que nos encontramos, mas é sempre vivido a dois. Casais das residências ORPEA contam e avivam a memória com as suas histórias de vida e de amor, a propósito do dia 14 de fevereiro, Dia dos Namorados. Uma data que também nos recorda que o amor não tem idade para ser vivido e que ganha uma magia especial quando já é multiplicado, e entre duas pessoas se partilha também a cumplicidade de amar em comum filhos e netos.

De vários pontos do país, chegam-nos histórias inspiradoras. Como é o caso de Maria e de José, ambos na Residência Doce Viver em Coimbra, que deixam o testemunho de uma história de amor que ainda continua nos dias de hoje. Estão casados há 62 anos, têm um filho e decidiram ir ao mesmo tempo para a Residência porque não se queriam separar. “Viemos os dois ao mesmo tempo porque eu não me queria separar do meu marido” confessa Maria Isabel. Acreditam que é o amor que sentem um pelo outro o segredo para um casamento tão duradouro.  

João Vieira e Zulmira Vieira, carinhosamente tratada por Mirita, celebram este ano 60 anos de casamento. Foram ao mesmo tempo para a Residência ORPEA Viseu. O casal ainda recorda como se conheceram, “Foi em Cabo Verde, na Ilha do Sal que nos conhecemos. Foi amor à primeira vista. Tanto que nos casámos passados 8 meses! E agora vamos fazer 60 anos de casados…”, conta João com nostalgia. Para eles “Não há fórmulas mágicas, mas penso que paciência, compreensão e amor são as bases fundamentais para um casamento duradouro”, partilha Mirita.  

Na Residência Sénior Porto Salus em Azeitão, Palmira Santos e José Santos são casados há 66 anos, “mais 5 de namoro e eu ainda adoro estar com ele”, explica Palmira, “Nós ainda namoramos!”, confessa José Santos. José conta como conheceu a sua companheira, “Foi na aldeia Bel Mar. Nós eramos quase como família. Os nossos pais conheciam-se. Fomos amigos antes de nos apaixonarmos. Não é fácil manter um relacionamento por tantos anos e ainda hoje nos seguimos pelas mesmas “regras” que nos têm guiado a vida toda: muita compreensão um com o outro e muito respeito e amor entre os dois”, partilha Palmira.   

Esta época dedicada ao amor serve como um momento de partilha de sentimentos e afetos em todas as Residências, onde os utentes são encorajados a relembrar a importância do amor e dos gestos de carinho, já que é possível amar em qualquer idade.